domingo, 1 de janeiro de 2012

Mais uma de AMOR!!!

Há muito tempo não me sinto à vontade para postar nada aqui nesse meu blog que se tornou abandonado por um vício tortuoso que comecei a sentir de tal maneira como se fosse explodir meu coração, aliás explodiu e espedaçou tudo que um dia poderia ser de verdade, mas hoje depois de assistir a um filme um tanto quanto adolescente senti vontade de expor aqui mais uma vez sentimentos obscuros que talvez já não caiba mais dentro de mim. O que sentimos de uma forma geral está sempre tão escondido dentro de nós que quando sai não conseguimos de fato avaliar o que é ou o que pode realmente ser, sentimentos que depois de aflorados preferiríamos que jamais tivessem saído de seu buraco negro, mesmo que a solidão nos faça menor ou nos faça ser dor, quando um sentimento ''real'' e verdadeiro existe na verdade quase sempre acaba em door para algum dos dois lados, pode-se fazer feliz por momentos instantes inesquecíveis, irreversíveis, momentos em queríamos sentir a todo momento, talvez meu erro, aliás, com certeza meu erro, querer, desejar, viciar, loucamente desejando todos os segundo a proximidade, a chama a paixão o amor em vão. Antes de me atrever a publicar meus sentimento para qualquer visão sadia poder conhecer, saíram de dentro de mim pelo menos algumas dúzias de páginas. Foram escritas a meu próprio punho, as folhas de um caderno de desenho, sem linhas, foram tomando formas e se tornaram cheias de sentimentos e de lágrimas, na grande maioria de suas páginas são dor, onde o amor prevalece solitário e triste transformado em sofrimento, em vontade não alcançada, em objetivo longínquo e cada vez mais distantes, por erros talvez só meus, ou pelo menos meus na sua totalidade, o que posso fazer se não consigo prender em minha garganta palavras esperando a hora certa para ser proferida, e nem consigo segurar as batidas do meu coração quando as mesmas aceleram-se sem motivos aparentes, basta que meus pensamentos me levem para perto de quem eu queria estar para o meu corpo apresentar os mais distintos sinais de satisfação como se eu fosse obrigada a me contentar somente com isso porque você não consegue me oferecer mais, além daquilo que eu preciso para me sentir segura o suficiente para entregar-lhe o que sou de melhor, mas quem foi que disse que é fácil.
Esses dias em um breve almoço com minha mãe em meio a papos gostosos e lembranças maravilhosas, me peguei observando um casal, conhecia o moço, um amigo, observei que durante todo o momento de almoço percebi que o casal não trocara nenhuma palavra não comentavam o movimento do shopping, nem a disposição das mesas a sua volta e nem sequer a demora da entrega de suas comidas, nem que chegou fria, e nem mesmo como sua companheira está linda, nem em como a roupa ficou bem para ele, parece que nem pensavam em estar fazendo amor em sua plenitude ali mesmo em cima daquela mesa, confirmando o amor entre eles e a paixão ali mesmo. Então parei para pensar será que sou uma extraterrestre nesse mundo, só eu tenho palavras infinitas e papos inacabáveis, só eu quero contar e quero saber como foi o dia, só eu tenho o que reclamar e o que elogiar, só eu tenho pressa em acabar de comer para que possamos estar juntos e nus em algum lugar que não importa rodeada por horas que não se acabaram até que terminemos tudo, como será estar com quem eu quero exatamente agora sussurrando coisas confidencias em seu ouvido tocando seu coração, o quero perto de mim agora ouvindo essa chuva envolvida por seus grandes braços, atracada em seu abraço, sem querer sair nem por um segundo, sem medo, sem vergonha, sem falta, tudo que preciso é estar ali e o mundo pode até parar de girar e se for com a graça de Deus, nem precisa amanhecer e nossas obrigações nem precisam ser as obrigações, passando a ser a obrigação que desejamos estar ao lado um do outro, por completo com tudo que tem e que deve ser, afastando o medo e ficando apenas com o desejo e com a vontade, paixão e quem sabe amor. Me diga de que tens medo?

segunda-feira, 6 de junho de 2011

O Brilho, Jamais ofuscará o Sentimento!

Sentimentos, palavras jogadas no vento...

O calar da claridade o escurecer das vozes,

Calando cada um, cada qual

A noite se aproxima e o que se sente é sereno,

É calma, é angustia

Buscando aquela paz

Procurando acalento

Sentimento

Tratamento,

A noite que tanto é aguardada com festa

Esta aqui agora e nada me afaga

Nada se apaga

Nada se guarda.

Ou talvez se guarda sim

Basta que procuremos

Que desvendemos

O lado oposto aquilo que se opõe

De fato existe, lá em baixo no infinito

Ou lá em cima na imensidão

Procuraremos sempre por algo que não temos

E sempre procuraremos por aquilo que não poderemos ter

O ser humano tem dentro de si essa tal busca insaciável pelo que nunca se poderá ter, ser plenamente feliz essa é a grande jogada, essa é a grande batalha, encontrar quem nos faça sentir isso é uma busca implacável, árdua, teremos que assim buscar, e pode até ser que nunca encontremos, porém jamais deixaremos de buscar.

quarta-feira, 1 de junho de 2011

As paixões são tortuosas!

Sempre soube que existia sim diferença entre a paixão e o amor de fato, percebo cada vez mais clara essa voraz e dura diferença, as vezes ponho-me a pensar porque tomamos certas atitudes, atitudes essas perfeitamente explicáveis, porém, jamais aceitáveis, nem por mim entendidas...
As vezes acontecem coisas em nossas vidas que não deviam acontecer, se pararmos para pensar o que aconteceu um dia que nos proporcionou certa experiência, só conseguimos perceber que não nos tornou nada mais experientes, pois cometemos erros cada vez mais esdrúxulos.
O que me consola é que não adianta por mais que façamos tudo absolutamente certo os erros continuarão fazendo parte de nossa caminhada, tropeçaremos, sempre, nas pedras no caminho, retiraremos algumas, mas lamentavelmente outras irão restar, seja quando nos interessarmos pela pessoa errada, seja, pior, por nos apaixonarmos por essa tal pessoa errada.
Retomando meu pensamento anterior a paixão jamais poderá se igualar ao amor, quando no apaixonamos imediatamente o nosso corpo, nosso coração, nossas emoções nos dão o sinal e ao percebemos quase que no mesmo momento, o coração dispara, ficamos tremolos, as mão suam, enfim absolutamente todo o nosso corpo nos avisa e desde o primeiro momento sabemos que vamos brincar com fogo e que possivelmente nos queimaremos.
Já o Amor, ah! esse vem aos poucos, esse nasce de poucas atitudes, esse brota em nosso coração muito devagar, esse salta aos nossos olhos em brilhos e até mesmo em lágrimas, esse não nos amolece o corpo imediatamente ele deixa a rapidez de lado para se tornar sólido, puro e verdadeiro e as sensações são tantas, mas não corremos para senti-las, não tentamos aproveitar todos os miléssimos de segundo, pois, sabemos que o amor teremos por mais tempo pode nem ser tão grande assim a diferença temporal, mas quando é amor parece-nos ser.
Mas por tudo que nesse tempo já aprendi é que as paixões acontecem muito mais frequentemente e nos faz sofrer, nos deixa mal depois que passa, nos estontea e demoramos a voltar ao normal o coração demora então a perceber que era só aquilo e acabou, apesar de esperar mais, acaba se conformando, abrindo-se assim esperando o próximo esperando que dessa vez seja, então, amor!

quarta-feira, 11 de maio de 2011

Pensamentos soltos em coloridos ventos!

Não conseguimos despertar e mais do que isso manter esse tal amor, pois quando achamos que está tudo pronto e resolvido, quando tudo está estático e pronto. Tudo é questão de tempo para se encaixar vemos que tudo num piscar de olhos pode desmoronar e desmorona perante a nossos olhos nús sem proteção e sem preparação alguma, vem a onda e destrói tudo. E somos obrigados viver uma vida que não é nossa, assemelha-se a um filme que estamos assistindo, a nossa história sem saber que é a nossa até que nos situamos e começamos a fazer parte da cena. Amores? como percebê-los, é claro que esse existe, existe é muito perceptível, depois que percebemos que sós estamos, estamos sempre em busca de algo de um sol, mesmo sabendo que o nosso coração é o nosso único lar, só o que posso perceber, e já notei que a frenquencia com que isso ocorre é absurdamente grande, não sei e não consigo de fato entender o que se passa na cabeça deles, o que eles querem? o que eles pensam de nós, seres pequenos, seres frágeis, sem chances nesse grande e perverso mundão, algumas são fáceis demais e até mesmo vulneráveis dizem por aí que existem mulheres que são, aff, e como conseguem ser, como os homens, as que usam e joga fora, pois nada mais é do que isso a vida aí de fora, não dizem que lavou tá novo... Não sei o que pensar acabei de chegar, mas ainda criamos aquela expectativa boba que, por mais que saibamos que não irá acontecer ainda assim não desgrudamos do telefone celular no dia seguinte que quando toca saímos absolutamente correndo para atender e não passa de sua mãe preocupada com seu bem estar... sabemos que não devemos esperar, mas é um ato quase que involuntário... na maioria das vezes os tentamos de todas as maneiras, mas, dá, afinal, para saber o que que querem? é um tanto quanto difícil se a mulher demosnstra que quer nunca é a mulher certa, se fica na sua e não tenta roda na pista, se liga ta se humilhando se não liga eles dizem que ficaram esperando nossa ligação, o que difícil é a relação homem-mulher não é... mas consigo entender um pouquinho que a frase que todos diziam e que eu duvidava um pouco "a gente só gosta do que e mais difícil" o fácil demais e o palpável nunca vale a pena, nada mais que a pura verdade a pessoa que nos quer, quer a nossa presença nós nunca queremos, não atendemos as ligações vemos o telefone cansar de tocar assim como aquele que imploramos pra nos atender fazem com a gente, só sei que gostaria de saber o que realmente rola, acho que os homens entram em pânico quando cogitam que alguma mulher está de fato se apaixonando, logo então pensam aquela louca (para eles todas somos loucas e barraqueiras) nunca mais sairá do meu pé..... Affff como assim as vezes, bem as vezes, somos até controladas, pois se damos conta de trabalhar, estudar, manter as contas em dia e ainda sairmos DIVAS para 'eles' porque não conseguiríamos nos controlar perante a qulaquer situação?... Ah esses homens estão querendo demais, todas e mais um pouco o problema é que se não o quisermos tem mais pelo menos uma meia dúzia que quer aí o jogo fica tenso demais se não é você eles só dizem 'próxima', aí não dá né, um mundo cruel como se eles fossem grandes pedações de carnes alguns filés e outros que não passam de carne de segunda, mas são devorados pelos grupos de leoas loucas, a carne é pouca pra muita boca como diz Rita Lee "pouco milho pra muito bico, muita caca pra pouco pinico" mas assim é a vida a vida que nos leva, a vida que somos levados... É claro que não podemos reclamar das partes, aliás das grandes partes, que a tornam fantásticamente boa, difilmente vale a pena trocá-la por aquela pacacidade, aff, uma dormidinha num andaime ou um raladinho no joelho são marcas e lembranças que levaremos para o resto de nossas vidas, mesmo se esquecermos terá sempre um amigo que fará alusão aquele fato que você cometera e vão lembrar "sabe aquele dia..." e nossa face já começará a sapecar de vergonha, porém tudo isso faz parte uma dia escutei de um amigo, arrasada no dia seguinte a um porre "quem não bebe, não tem história" depois de viagens e carnavais, percebemos o quanto é boa essa vida e que nem esses homens complexamente podres e absolutamente impossíveis de entender, pois sabemos que nunca o entenderemos, mesmo que façamos tudo direitinho, conseguirão enfim a achar um mísero e micro defeito e vão dizer, fica pra próxima, mesmo com todos esses fatos que encaramos nessa nossa, a vida é boa demais, pensa comigo, casa, comida e roupa lavada, carro na garagem gasolina, amores e amantes e mais muito mais que isso AMOR por tudo que é lado de mãe de pai, de filho, de irmão, de cachorro e aquele que se faltara jamais conseguiremos seguir bem e em frente o AMOR DE AMIGO!

segunda-feira, 9 de maio de 2011

Achando Graça da Vida! Correndo atrás das Alegrias!

Mal sabia eu em qual mundo eu me metia, eu nem se quer esperava apaixonar-me de novo, eu nem se quer acreditava que existia a paixão, uma vez que nunca pude senti-la assim com toda a voracidade necessária.
Ao cair da noite punha-me a limpar meu pranto e a acalentar meu anseio em meus lençóis, por algum tempo, curti a minha dor, por um curto espaço de tempo doei para sentir tudo que fora necessário.
Mas foi quando percebi que nem por causa da minha dor e sofrimento a vida deixou de seguir, o sol deixou de brilhar e a chuva a cair, as flores não deixaram de desabrochar, o dia de nascer, o sol de rescender, lua de brilhar e o coração de pulsar.
Não demorou muito até eu perceber que eu só tinha que viver não apenas respirar e coexistir eu precisava sim de viver intensamente, amar, sofrer, sentir...
Assim então o fiz e dessa vez me doei para a vida e sentir todos os sentimentos que a vida traz, nunca pensei que fosse tão bom assim, tão intenso, tão marcante, tão constante, tão apaixonante, já cabem nos dedos de minhas mãos as desilusões que me tocaram, um, dois, três e ainda assim sei que serão mais e mais uma atrás da outra.
Não há nada como se apaixonar.
Apaixonar-me por alguém quer me dizer que estou livre, inteira e pronta. Quebrar a cara, então, me mostra que a dor e o sofrimento é muito menor e principalmente que acaba muito mais rápido isso escancara perante meus olhos a VIDA.
É ela nua e crua e pronta pra ser vivida.
O coração livre para outros amores, para novas paixões e é essa a intenção, deixá-lo sempre livre, sempre pronto, sempre bem e sempre vivo, pulsante, amante, deixá-lo livre é o que eu tento, livre de um sentimento palpável, apenas superficialidade, sem grandes expectativas. Pois grandes expectativas já vivi e ao terminar não foi nada bom.
Aprendi, porém, a lidar com novos sentimentos, as vezes não sei ao menos denominar com uma só palavra o que sinto, as vezes preciso interpretar, só posso dizer que ainda preciso de mais vida, para lidar com a vida.
Só posso dizer que a cada dia a intensidade não diminui ela só aumenta, a intensidade de tudo que me toma, a intensidade em todos os seus sentidos que essa palavra pode ter intensidade da paixão, do amor de amiga, do divertimento, da felicidade. A vida é muito mais intensa HOJE.
Um dia dediquei-me sim a dor que eu deveria sentir acordei no meio da madrugada a sentir, os ruídos das lembranças me atormentaram e a dor era física, nas noites mais frias nada poderia aquecer-me o pranto corria sem que eu pudesse conter, a cabeça pensante procurava explicações e soluções.
Por algum tempo, pouco, porém, me permiti sentir essa dor eu a julgava necessária, para passar para uma nova etapa. Precisava senti-la e libertar-me para assim poder seguir livre como agora estou.
E assim foi ao passar da tempestade sempre há um belo amanhecer, hoje posso proferir com toda verdade e convicção que os dias de sol chegaram e nem se quer há nuvens pairando sobre meu céu, a tal FELICIDADE agora já é constante.
O pranto aquele que um dia rolou em minha face agora secou e deu lugar ao sorriso e alegrias e satisfações e dando lugar a novas paixões e novos amores e novas desilusões e a novas dores.
A FELICIDADE insiste em bater a minha porta e eu nunca deixarei de abri-la por nenhum segundo, aliás essa tal felicidade faz parte de meu caminho agora, faz parte do meu eu e me toma a cada dia, me invade a cada noite, me deixa pronta e especialmente em Paz!

segunda-feira, 25 de abril de 2011

Em PAZ!!! Estou bem melhor comigo mesma ao meu lado!

Os meus pensamentos andam meio confusos, me levando a pensar no passado, um passado recente, assim como gramaticalmente um pretérito perfeito, o passado me toma há algumas semanas, talvez porque alguns acontecimentos me façam parar, refletir e avaliar o que de fato vem me acontecendo.

Cinco meses se passaram sem que eu pudesse ao menos perceber, quanto tempo 150 dias e parecem séculos, tudo que já vivi nesse tempo jamais imaginaria viver em um século inteirinho, nem cinco, nem seis e nem mesmo muito mais que isso poderiam me proporcionar tamanha realização.

Por quantos lugares passei, quantas praias visitei, quantos quilômetros trafeguei, quantas pessoas conheci, quantos amores já amei, com quantas decepções me deparei, quantas vezes por outra pessoa senti apertar meu coração, senti disparar meu coração, o mesmo coração que um dia fora triste, que um dia fora magoado.

Quantos horizontes já olhei, já assisti inúmeras vezes o show de ver o sol se pôr, e mais ainda de ver o sol nascer, depois de muita diversão não há show mais fascinante do que ver o dia clarear, até mesmo sozinha curti o show e senti a brisa do mar ao vê-lo saltar sobre meus olhos, caminhar nessa manhã deixando pegadas na areia, ao anoitecer, caminhar molhando os pés na água, observando as luzes a acenderem, e dentro de mim não sentia há muito tempo nada parecido com essa felicidade. Como dormir na cama de casal com uma amiga, ah quantas vezes dormi com uma amiga no quarto de hóspedes levando chutões de uma gordah, apreciando a vista de um belo rancho, ah como é lindo ver o sol se pôr de lá, chegando de madrugada e relaxando sentindo ainda a zonzeira de alegria que ainda se põe a entorpecer-me, numa bela noite fria e iluminada a luz de estrelas vorazes terminamos com um jantar a luz de velas com uma das pessoas que mais amo nessa vida e que sei que nunca me abandonará.

Descobri o quanto eu amo meus pais e achar de novo a vida ao ver minha Vó se reerguer, recarregar as baterias da vida ao conversar com a minha família, acreditar e seguir um dos milhões de conselhos que recebi, criando assim uma casca mais dura ao acreditar um dia no amor, "Susan, tudo um dia acaba" realmente acaba mas algumas coisas podem durar toda a nossa vida e só acabar no dia de nossa morte e esse sim valerá muito a pena.

Cinco meses, cinco meses esses em que os finais de semana passara a ter cinco dias e ganham de presente 40 ou 50 linhas que ao escrever descarrego a minha paixão. Descobri que poderia colocar pra fora a vontade e o desejo de escrever o que antes desses cinco meses não passara de vontade, sem futuro e especificação sem a mínima conclusão e esses finais de semana me deixaram impressionantemente satisfeita. Quantas noites em claro que me forçam a trabalhar virada o que não deixariam de ser inesquecível, cada hora que eu rezava para passar, cada minuto pensando na hora de acabar e poder assim então descansar.

Momentos difíceis fazem sim parte da história e da trajetória, mas arrependimentos só dos cinco anos que antecederam os atuais cinco meses hoje as flores são muito mais vivas e perfumadas, o dia é muito mais claro e a noite muito mais iluminada, pois já não me escondo mais na sombra de ninguém, já não sou mais o completar de ninguém, agora sigo só e aprendo a lidar e a controlar a intensidade de meus sentimentos. As sensações que me tomam são diferentes a cada dia, a cada semana, a cada mês e assim já se foram cinco, e confesso que eu nem percebi, no dia do aniversário de cinco meses até bebi sim um pouco de Absolut, um pouquinho de vinho, mas digo-lhe que nem que nem me lembrei da data enfim, só pus a me recordar dessa data que quando ocorreu me causou tanta dor e sofrimento, hoje é uma data como outra coisa qualquer, ou melhor é uma data da liberdade, como já citei em outras crônicas aqui mesmo publicadas "satisfações só a meus pais".

Trocar as noites pelos dias, sair em busca de Felicidade e Paz. Fazer amigos, amigos daqueles pra toda a vida, amigos os quais eu certamente levarei pelos caminhos mais torpes e turbulentos, pelos mais leves e mais limpos, devastando horizontes e colhendo sempre o que há de bom. Vou seguindo pelo caminho mais belo, mais bonito e mais perfeito, torna-se assim inesquecível.

Conclui com meus botões que essa nova fase que eu consegui viver não passam de aperitivos, de entradas de caminhos que me prepararam para essa vida.

Ainda me entristeço com fatos corriqueiros que vira e mexe vem a me ocorrer, casos mal começados e os piores acabados sem a mínima explicação, porém o que me deixa aliviada é que posso sim sentir aquele aperto que sentirei, sei sim, que por várias vezes, mas jamais será sentida novamente daquele jeito. Serão novos amores, novas paixões, novas emoções e em fim tudo novo!

Espero que a minha sanidade saiba me guiar pelo melhor caminho e que essa caminhada continue assim sendo cada vez mais compreendida e absorvida como realmente deve ser!

quinta-feira, 21 de abril de 2011

Ainda me lembro bem daquela Quinta-feira

É vida de professor é assim mesmo, difícil, mas nós três conseguimos transformá-la em algo muito melhor, e o nosso amigo Daniel, nos ajuda a transformar essa vida de professor em algo muito muito mais divertido, por sinal.

Nos foi incumbida a função de realizar a fabricação de 50 coelhinhos, aqueles coelhos da páscoa, fazê-los é muito fácil, sim, mas não quando estamos falando de 50, depois que essa função nos fora designada em todos os lugares que estivéssemos com certeza estaríamos pensando que as nossos úteis mãos tinham que realizar a fabricação daqueles bem ditos coelhozinhos.

Era uma quinta-feira quando combinamos que enfim não sairíamos para nos divertir e tomar algo para relaxar, mesmo porque relaxar seria difícil pensando nos nossos coelhos, mas algo inesperado aconteceu enfim, quando eu menos esperava bateram em minha porta e disseram ‘vamos beber’ olhei bem para a face de minha amiga e disse ‘como assim temos aqueles 50 coelhinhos’ um senso de responsabilidade ainda existia em mim, mas não adiantou, quando me vi estava dentro de um carro vermelho em busca de algo para nos distrair e relaxar nossas mentes= cerveja, para mim basta que seja de boa qualidade e gelada e ao fundo um bom som, e para aquela minha doce amiga a condição era só que não tivesse espuma, descobrimos então que havia um lugar onde alguns amigos nossos iriam tocar, música sertaneja, mas a presença mais importante da noite não seria essa, ao recebermos essa informação ligamos rapidamente para a única pessoa que valeu a pena vermos nessa noite, que ainda nem começava, batemos um tel pro nosso amigo Daniiiiiii, quando ele então confirmou sua presença pensamos ‘bora pra lá e todos os objetivos e desejos de cada uma de nós seria então atendidos cujos eram, cerveja gelada, boa música e relaxamento, mas mal sabíamos que noite estava apenas no seu início.

Entrei primeiro junto com o super Dani, e fiquei a espera de minhas Super Demais, demoraram horrores como costumo dizer, enquanto isso bebericamos uma bela cerveja geladissima, ouvi a minha música que gentilmente a dupla me oferecera, continuei a embreagar-me, hasta que a minha cia predileta chegasse, as meninas enfim deram as caras e sentaram-se ao meu lado, a felicidade me invadia a cada instante aquele dia, rimos de tudo e de tanta coisa que não tivera a mínima graça, comemos, bebemos.

Nós estávamos lá, o barzinho estivera bem vazio na nossa mesa algumas pessoas que não conhecíamos, aliás a mesa não era nossa era deles, a presença deles não nos fazia a mínima diferença, Eu, a Blenda e a Nick, na cia de nosso preferido Daniel, depois de enrolarmos e esticarmos ao máximo a noite e o dito relaxamento, nos veio a lembrança os nossos coelhinhos, aqueles do começo da crônica lembra?? Então os mesmos que devíamos entregar na segunda de manhã e já estávamos numa quinta-feira de madrugada, foi assim que resolvemos iniciar a fabricação de nossos ditos 50 filhinhos, colocamos o assunto na mesa, e todos a par de nossas obrigações, e resolvemos dizer adeus aquela mesa com aquela bela cerveja em cima, e abandonar a música que nos era até interessando mas o que mais nos deixava triste era perder a presença e a hilária espontaneidade do Dani, ao levantarmos para nos despedirmos de alguns, Zé e o Diego, que eram nosso amigos foi que o Daniel resolveu nos contemplar alongando sua presença entre nós, as três super demais, ele então nos disse que iria conosco e ajudaria a dar inicio a nossa produção, e assim fizemos despedimo-nos de todos e seguimos no carro vermelho a espera de Daniel no nosso destino.

No caminho mal imaginaríamos o quanto aquele resto de noite ainda tinha a nos proporcionar, elogiamos a atitude de Dani e sentimo-nos lisonjeadas ao percebermos que ele realmente não queria desfazer-se de nossa presença.

Esqueci-me de citar que a minha condição já estava boa, a denominaria com tontinha, que afinal quer dizer tonta quase bêbada, porém para chegar a essa condição paramos aleatoriamente em um posto onde eu faria a aquisição de uma latinha de cerveja, chegamos então ao destino proposto e ficamos a espera de Daniel, o mesmo chegara um tempo depois e estava também um tanto quanto fora de seu juízo perfeito, quando chegou já tínhamos dado inicio a produção, para ser mais especifica, já estávamos cortando uma das partes do coelho, qual parte não me recordo de jeito nenhum agora nesse momento, estava eu cortando muito mal alguma coisa, pois, como já citei estava um pouquinho alterada.

Por força do hábito já estávamos rindo do Daniel, ele nem precisava dizer nada, que só de olharmos para aquela cara engraçada dele dizendo ‘ehhhhhhhhhhh’ já quase no matava de rir, foi nessa hora que enfim percebemos que estávamos com fome, afinal como já era de se esperar estava na hora de degustar nosso saboroso Mc, foi quando gentilmente pedimos ao nosso amigo que buscasse para saciarmo-nos, é claro que gentilmente ele consentiu, fomos eu e ele e as gargalhadas já me vinham pois quando entramos no carro ele foi me contar que a sua porta do passageiro não abria e muito menos o vidro, ri demais da forma como ele contou esse simples fato, quem não conhece essa peça rara precisa ter esse prazer um dia conhecer, é claro que na volta abastecemos a geladeira de cerveja.

Chegamos e enfim fomos matar a fome de Mc da madrugada em questão, quando demos a primeira dentada o Dani nos disse que já que íamos comer e ele não, para não ficar muito no silêncio ele ia contar uma história, consentimos, mas mal sabíamos que era uma historia muito cabeluda, agora leitor, basta você com sua mente denominar o ‘cabeluda’ do Daniel, começou ele então a história e nós começamos sutilmente a rir, a história estava começando a ficar engraçada, até mais ou menos a nossa terceira mordida estava ainda nas sutileza das risadas, quando depois da quarta ou quinta mordida, a vontade de rir nos invadiu COMPLETAMENTE e não conseguíamos parar de gargalhar e o indecente do Daniel não parava de contar tal fato tão engraçado, eu já havia deixado de lado o sanduíche e muito menoos não queria saber de batatas fritas, tudo porque não parava de dar boas, longas e altas gargalhas eu olhava para as meninas e elas já estavam com lágrimas nos olhos de tanto rir, a história começou a ficar ainda mais interessante e engraçada, foi aí que a história chegou a seu clímax e eu nessa hora tive que distanciar-me de todos e sentar no chão segurando a barriga de tanto rir.

O Daniel então fizera nossa noite nos deixou com uma sensação que adoramos sentir a tal felicidade e dessa forma o Dani se torna cada vez mais querido pelas super demais e nos faz querer ter sempre sua presença entre nós três.

Ta vendo são por essas e por outras que uma noite de quinta pode sim valer muito à pena. Basta que você tenha AMIGOS.