quinta-feira, 21 de abril de 2011

Ainda me lembro bem daquela Quinta-feira

É vida de professor é assim mesmo, difícil, mas nós três conseguimos transformá-la em algo muito melhor, e o nosso amigo Daniel, nos ajuda a transformar essa vida de professor em algo muito muito mais divertido, por sinal.

Nos foi incumbida a função de realizar a fabricação de 50 coelhinhos, aqueles coelhos da páscoa, fazê-los é muito fácil, sim, mas não quando estamos falando de 50, depois que essa função nos fora designada em todos os lugares que estivéssemos com certeza estaríamos pensando que as nossos úteis mãos tinham que realizar a fabricação daqueles bem ditos coelhozinhos.

Era uma quinta-feira quando combinamos que enfim não sairíamos para nos divertir e tomar algo para relaxar, mesmo porque relaxar seria difícil pensando nos nossos coelhos, mas algo inesperado aconteceu enfim, quando eu menos esperava bateram em minha porta e disseram ‘vamos beber’ olhei bem para a face de minha amiga e disse ‘como assim temos aqueles 50 coelhinhos’ um senso de responsabilidade ainda existia em mim, mas não adiantou, quando me vi estava dentro de um carro vermelho em busca de algo para nos distrair e relaxar nossas mentes= cerveja, para mim basta que seja de boa qualidade e gelada e ao fundo um bom som, e para aquela minha doce amiga a condição era só que não tivesse espuma, descobrimos então que havia um lugar onde alguns amigos nossos iriam tocar, música sertaneja, mas a presença mais importante da noite não seria essa, ao recebermos essa informação ligamos rapidamente para a única pessoa que valeu a pena vermos nessa noite, que ainda nem começava, batemos um tel pro nosso amigo Daniiiiiii, quando ele então confirmou sua presença pensamos ‘bora pra lá e todos os objetivos e desejos de cada uma de nós seria então atendidos cujos eram, cerveja gelada, boa música e relaxamento, mas mal sabíamos que noite estava apenas no seu início.

Entrei primeiro junto com o super Dani, e fiquei a espera de minhas Super Demais, demoraram horrores como costumo dizer, enquanto isso bebericamos uma bela cerveja geladissima, ouvi a minha música que gentilmente a dupla me oferecera, continuei a embreagar-me, hasta que a minha cia predileta chegasse, as meninas enfim deram as caras e sentaram-se ao meu lado, a felicidade me invadia a cada instante aquele dia, rimos de tudo e de tanta coisa que não tivera a mínima graça, comemos, bebemos.

Nós estávamos lá, o barzinho estivera bem vazio na nossa mesa algumas pessoas que não conhecíamos, aliás a mesa não era nossa era deles, a presença deles não nos fazia a mínima diferença, Eu, a Blenda e a Nick, na cia de nosso preferido Daniel, depois de enrolarmos e esticarmos ao máximo a noite e o dito relaxamento, nos veio a lembrança os nossos coelhinhos, aqueles do começo da crônica lembra?? Então os mesmos que devíamos entregar na segunda de manhã e já estávamos numa quinta-feira de madrugada, foi assim que resolvemos iniciar a fabricação de nossos ditos 50 filhinhos, colocamos o assunto na mesa, e todos a par de nossas obrigações, e resolvemos dizer adeus aquela mesa com aquela bela cerveja em cima, e abandonar a música que nos era até interessando mas o que mais nos deixava triste era perder a presença e a hilária espontaneidade do Dani, ao levantarmos para nos despedirmos de alguns, Zé e o Diego, que eram nosso amigos foi que o Daniel resolveu nos contemplar alongando sua presença entre nós, as três super demais, ele então nos disse que iria conosco e ajudaria a dar inicio a nossa produção, e assim fizemos despedimo-nos de todos e seguimos no carro vermelho a espera de Daniel no nosso destino.

No caminho mal imaginaríamos o quanto aquele resto de noite ainda tinha a nos proporcionar, elogiamos a atitude de Dani e sentimo-nos lisonjeadas ao percebermos que ele realmente não queria desfazer-se de nossa presença.

Esqueci-me de citar que a minha condição já estava boa, a denominaria com tontinha, que afinal quer dizer tonta quase bêbada, porém para chegar a essa condição paramos aleatoriamente em um posto onde eu faria a aquisição de uma latinha de cerveja, chegamos então ao destino proposto e ficamos a espera de Daniel, o mesmo chegara um tempo depois e estava também um tanto quanto fora de seu juízo perfeito, quando chegou já tínhamos dado inicio a produção, para ser mais especifica, já estávamos cortando uma das partes do coelho, qual parte não me recordo de jeito nenhum agora nesse momento, estava eu cortando muito mal alguma coisa, pois, como já citei estava um pouquinho alterada.

Por força do hábito já estávamos rindo do Daniel, ele nem precisava dizer nada, que só de olharmos para aquela cara engraçada dele dizendo ‘ehhhhhhhhhhh’ já quase no matava de rir, foi nessa hora que enfim percebemos que estávamos com fome, afinal como já era de se esperar estava na hora de degustar nosso saboroso Mc, foi quando gentilmente pedimos ao nosso amigo que buscasse para saciarmo-nos, é claro que gentilmente ele consentiu, fomos eu e ele e as gargalhadas já me vinham pois quando entramos no carro ele foi me contar que a sua porta do passageiro não abria e muito menos o vidro, ri demais da forma como ele contou esse simples fato, quem não conhece essa peça rara precisa ter esse prazer um dia conhecer, é claro que na volta abastecemos a geladeira de cerveja.

Chegamos e enfim fomos matar a fome de Mc da madrugada em questão, quando demos a primeira dentada o Dani nos disse que já que íamos comer e ele não, para não ficar muito no silêncio ele ia contar uma história, consentimos, mas mal sabíamos que era uma historia muito cabeluda, agora leitor, basta você com sua mente denominar o ‘cabeluda’ do Daniel, começou ele então a história e nós começamos sutilmente a rir, a história estava começando a ficar engraçada, até mais ou menos a nossa terceira mordida estava ainda nas sutileza das risadas, quando depois da quarta ou quinta mordida, a vontade de rir nos invadiu COMPLETAMENTE e não conseguíamos parar de gargalhar e o indecente do Daniel não parava de contar tal fato tão engraçado, eu já havia deixado de lado o sanduíche e muito menoos não queria saber de batatas fritas, tudo porque não parava de dar boas, longas e altas gargalhas eu olhava para as meninas e elas já estavam com lágrimas nos olhos de tanto rir, a história começou a ficar ainda mais interessante e engraçada, foi aí que a história chegou a seu clímax e eu nessa hora tive que distanciar-me de todos e sentar no chão segurando a barriga de tanto rir.

O Daniel então fizera nossa noite nos deixou com uma sensação que adoramos sentir a tal felicidade e dessa forma o Dani se torna cada vez mais querido pelas super demais e nos faz querer ter sempre sua presença entre nós três.

Ta vendo são por essas e por outras que uma noite de quinta pode sim valer muito à pena. Basta que você tenha AMIGOS.

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